"Sou um humanista. Isso não significa ser bonzinho ou acreditar que o homem é bonzão. Significa apenas que aceito o homem como é - medroso, primário, invejoso, incapaz, acertando por acaso e errando por vaidade: meu irmão." - Millôr Fernandes
Mostrando postagens com marcador Autor desconhecido. Crônicas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Autor desconhecido. Crônicas. Mostrar todas as postagens
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
Janelas de hospital (Texto de Autor Desconhecido)
Certa vez, dois homens estavam seriamente doentes na mesma enfermaria de um grande hospital. O cômodo era bastante pequeno e nele havia uma janela que dava para o mundo. Um dos homens tinha, como parte de seu tratamento, permissão para sentar-se na cama por uma hora durante as tardes (algo a ver com a drenagem de fluido de seus pulmões). Sua cama ficava perto da janela. O outro, contudo, tinha de passar todo o seu tempo deitado de barriga para cima.
Todas as tardes, quando o homem cuja cama ficava perto da janela era colocado em posição sentada, ele passava o tempo descrevendo o que havia lá fora. A janela aparentemente dava para um parque onde havia um lago. Haviam patos e cisnes no lago, e as crianças iam atirar-lhes pão e colocar na água barcos de brinquedo. Jovens namorados caminhavam de mãos dadas entre as árvores, e havia flores, gramados e jogos de bola. E ao fundo, por trás da fileira de árvores, avistava-se um belo contorno dos prédios da cidade.
O homem deitado ouvia-o sentado descrever tudo isso, apreciando todos os minutos. Ouviu sobre uma criança que quase caiu no lago e sobre como as garotas estavam bonitas em seus vestidos de verão. As descrições do seu amigo eventualmente fizeram-no sentir que quase podia ver o que estava acontecendo lá fora... Então, em uma bela tarde, ocorreu-lhe um pensamento: por que o homem que ficava perto da janela deveria ter todo o prazer de ver o que estava acontecendo? Por que ele não podia ter essa chance? Sentiu-se envergonhado, mas quanto mais tentava não pensar assim, mais queria uma mudança. Faria qualquer coisa!
Numa noite, enquanto olhava para o teto, o outro homem subitamente acordou tossindo e sufocando, suas mãos procurando o botão que faria a enfermeira vir correndo. Mas ele o observou sem se mover... mesmo quando o som da respiração parou. De manhã, a enfermeira encontrou o homem morto e, silenciosamente, levou embora o seu corpo.
Logo que apareceu apropriado, o homem perguntou se poderia ser colocado na cama perto da janela. Então colocaram-no lá, aconchegaram-no sob as cobertas e fizeram com que se sentisse bastante confortável. No minuto em que saíram, ele apoiou-se sobre um cotovelo, com dificuldade e sentindo muita dor, olhou para fora da janela. Viu apenas um muro...
A vida é, sempre foi e será aquilo que o nós a tornamos. Valorize as pessoas que fazem o possível para tornar a sua vida melhor, faça essas pessoas mais felizes.
quinta-feira, 3 de março de 2011
As sete maravilhas do mundo (Texto de Autor Desconhecido)
Um grupo de estudantes estudava as sete maravilhas do mundo. No final da aula, foi pedido aos estudantes que fizessem uma lista do que consideravam as sete maravilhas. Embora houvesse algum desacordo, começaram os votos:
O Taj Mahal
A Muralha da China
O Canal do Panamá
As pirâmides do Egito
O Grand Canyon
O Empire State Building
A Basília de S. Pedro
Ao recolher os votos, o professor notou uma estudante muito quieta.
A menina, não tinha virado sua folha ainda.
O professor então perguntou a ela se tinha problemas com sua lista.
A menina quieta respondeu:
- Sim, um pouco. Eu não consigo fazer a lista, porque são muitos.
O professor disse:
- Bem, diga-nos o que você já tem e talvez nós possamos ajudá-la.
A menina hesitou, então leu:
- Eu penso que as sete maravilhas do mundo sejam:
1 - Ver
2 - Ouvir
3 - Tocar
2 - Provar
5 - Sentir
6 - Rir
7 - E amar ...
A sala então ficou completamente em silêncio...
O Taj Mahal
A Muralha da China
O Canal do Panamá
As pirâmides do Egito
O Grand Canyon
O Empire State Building
A Basília de S. Pedro
Ao recolher os votos, o professor notou uma estudante muito quieta.
A menina, não tinha virado sua folha ainda.
O professor então perguntou a ela se tinha problemas com sua lista.
A menina quieta respondeu:
- Sim, um pouco. Eu não consigo fazer a lista, porque são muitos.
O professor disse:
- Bem, diga-nos o que você já tem e talvez nós possamos ajudá-la.
A menina hesitou, então leu:
- Eu penso que as sete maravilhas do mundo sejam:
1 - Ver
2 - Ouvir
3 - Tocar
2 - Provar
5 - Sentir
6 - Rir
7 - E amar ...
A sala então ficou completamente em silêncio...
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
Amor eterno (Texto de Autor Desconhecido)
Um homem bastante idoso procurou uma clínica para um curativo em sua mão ferida, dizendo-se muito apressado porque estava atrasado para um compromisso. Enquanto o tratava, o jovem médico quis saber o motivo da sua pressa, e ele disse que precisava ir a um asilo de velhos tomar o café da manhã com sua mulher, que estava internada lá há bastante tempo. Sua mulher sofria do mal de Alzheimer em estágio bastante avançado.
Enquanto terminava o curativo, o médico perguntou-lhe se ela não ficaria assustada pelo fato de ele estar atrasado.
- Não - disse ele - ela já não sabe quem eu sou. Há quase cinco anos ela nem me reconhece...
Intrigado, o médico perguntou-lhe:
- Mas, se ela já nem sabe quem o senhor é, por que essa necessidade de estar com ela todas as manhãs?
O velho sorriu, deu uma palmadinha na mão do médico e disse:
- É verdade. Ela não sabe quem eu sou, mas eu sei muito bem QUEM ELA É.
Enquanto o velhinho saía apressado, o jovem médico sorria emocionado e pensava: “Esta é a qualidade de amor que eu gostaria para a minha vida”.
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
Uma homenagem a Didi Mocó.
Brasileiro de Sobral, 13 de janeiro de 1935. Este cearense alegrou as crianças brasileiras durante décadas. Aliás, alegra-nos até hoje. Por que não? Nome verdadeiro; Antônio Renato Aragão, ator, diretor, produtor, humorista, escritor, apresentador e cantor, famoso por liderar a série televisiva Os Trapalhões, nas décadas de 1970 e 1980. É também conhecido como Didi Mocó, ou apenas Didi, seu principal personagem. Também é advogado, formado em Direito, na Faculdade de Direito do Ceará em 1961.
Mas deixemos de lado a sua vasta biografia para focarmos o ser humano. Assim como Chico Anysio, Didi não se enquadra ao esteriótipo do migrante nordestino. Aquele migrante pobre, que vem tentar uma melhor sorte aqui no sul do Brasil. Didi foi para o Rio porque quando se trata de arte e televisão, todos procuram o eixo Rio-São Paulo. Mas chega de apresentação, ele não precisa disso.
Por muitas e muitas vezes milhões de brasileiros ficaram em frente aos aparelhos de tv. Fosse com os Insociáveis ou com Os Trapalhões, a alegria nas tardes de domingo estava garantida. Ao lado de seus amigos Zacarias, Mussum e Dedé, as brincadeiras e os apelidos se repitiam e jamais perdiam a graça. Brincadeiras simples e bobas, à Chaves, sim brincadeiras a moda Chaves, pois, os tempos eram inocentes, sem essa onda do politicamente correto que nos cerca hoje.
Quando assistimos a um programa de humor, desses novos que existem por aí, percebemos o quanto nós brasileiros perdemos com o passar dos anos. Afinal de contas, não se pode comparar um Pânico na Tv com os Trapalhões. Creio que quase todos os brasileiros tiveram o prazer de assistir pelo menos a um filme dos Trapalhões. Mas talvez este não seja o seu feito maior. O que de melhor ele poderia ter feito para as crianças pobres deste país, ele fez. O criança esperança. Sim, o criança esperança, um projeto social com vistas à melhoria de vida de crianças carentes brasileiras, promovido pela Rede Globo, inicialmente em parceria com o Unicef (Fundo das Nações Unidas Para a Infância) e atualmente com a Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura). O projeto é uma das mais bem-sucedidas marcas relacionadas a programas sociais dirigidos às crianças carentes em todo o mundo.
Alguns o chamarão de demagogo e aproveitador, mas, ao invés disso, ele é um homem solidário. Alguém que teve a coragem de empregar todo o seu prestígio num programa prioneiro no Brasil. Se o criança esperança é este sucesso de hoje, isso se deve a perseverança de Didi Mocó. Didi Mocó, um cidadão a frente de seu tempo e que já nos dá saudades mesmo sem ter se aposentado. Parabéns Didi! Você sim, é o “CARA”!
Mas deixemos de lado a sua vasta biografia para focarmos o ser humano. Assim como Chico Anysio, Didi não se enquadra ao esteriótipo do migrante nordestino. Aquele migrante pobre, que vem tentar uma melhor sorte aqui no sul do Brasil. Didi foi para o Rio porque quando se trata de arte e televisão, todos procuram o eixo Rio-São Paulo. Mas chega de apresentação, ele não precisa disso.
Por muitas e muitas vezes milhões de brasileiros ficaram em frente aos aparelhos de tv. Fosse com os Insociáveis ou com Os Trapalhões, a alegria nas tardes de domingo estava garantida. Ao lado de seus amigos Zacarias, Mussum e Dedé, as brincadeiras e os apelidos se repitiam e jamais perdiam a graça. Brincadeiras simples e bobas, à Chaves, sim brincadeiras a moda Chaves, pois, os tempos eram inocentes, sem essa onda do politicamente correto que nos cerca hoje.
Quando assistimos a um programa de humor, desses novos que existem por aí, percebemos o quanto nós brasileiros perdemos com o passar dos anos. Afinal de contas, não se pode comparar um Pânico na Tv com os Trapalhões. Creio que quase todos os brasileiros tiveram o prazer de assistir pelo menos a um filme dos Trapalhões. Mas talvez este não seja o seu feito maior. O que de melhor ele poderia ter feito para as crianças pobres deste país, ele fez. O criança esperança. Sim, o criança esperança, um projeto social com vistas à melhoria de vida de crianças carentes brasileiras, promovido pela Rede Globo, inicialmente em parceria com o Unicef (Fundo das Nações Unidas Para a Infância) e atualmente com a Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura). O projeto é uma das mais bem-sucedidas marcas relacionadas a programas sociais dirigidos às crianças carentes em todo o mundo.
Alguns o chamarão de demagogo e aproveitador, mas, ao invés disso, ele é um homem solidário. Alguém que teve a coragem de empregar todo o seu prestígio num programa prioneiro no Brasil. Se o criança esperança é este sucesso de hoje, isso se deve a perseverança de Didi Mocó. Didi Mocó, um cidadão a frente de seu tempo e que já nos dá saudades mesmo sem ter se aposentado. Parabéns Didi! Você sim, é o “CARA”!
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
A Vidraça (Texto de Autor Desconhecido)
Um casal, recém-casado, mudou-se para um bairro muito tranqüilo.
Na primeira manhã que passavam na casa, enquanto tomavam café, a mulher reparou através da janela em uma vizinha que pendurava lençóis no varal e comentou com o marido:
- Que lençóis sujos ela está pendurando no varal!
- Está precisando de um sabão novo.
Se eu tivesse intimidade perguntaria se ela quer que eu a ensine a lavar as roupas!
O marido observou calado.
Alguns dias depois, novamente, durante o café da manhã, a vizinha pendurava lençóis no varal e a mulher comentou com o marido:
- Nossa vizinha continua pendurando os lençóis sujos!
Se eu tivesse intimidade perguntaria se ela quer que eu a ensine a lavar as roupas!
E assim, a cada dois ou três dias, a mulher repetia seu discurso, enquanto a vizinha pendurava suas roupas no varal.
Passado um mês a mulher se surpreendeu ao ver os lençóis muito brancos sendo estendidos, e empolgada foi dizer ao marido:
- Veja, ela aprendeu a lavar as roupas, Será que a outra vizinha ensinou??? Porque eu não fiz nada.
O marido calmamente respondeu:
- Não, hoje eu levantei mais cedo e lavei os vidros da nossa janela!
E assim é.
Tudo depende da janela, através da qual observamos os fatos.
Antes de criticar, verifique se você fez alguma coisa para contribuir;
verifique seus próprios defeitos e limitações.
Devemos olhar, antes de tudo, para nossa própria casa, para dentro de nós mesmos.
Só assim poderemos ter real noção do real valor de nossos amigos.
Lave sua vidraça.
Abra sua janela.
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
Amanhã pode ser tarde demais.
Amanhã pode ser muito tarde
para você dizer que ama,
para você dizer que perdoa,
para você dizer que desculpa,
para você dizer que quer tentar de novo...
Amanhã pode ser muito tarde
para você pedir perdão,
para você dizer: “Desculpe-me, o erro foi meu!...”
O seu amor, amanhã, pode já ser inútil.
O seu perdão, amanhã, pode já não ser preciso.
A sua volta, amanhã, pode já não ser esperada.
A sua carta, amanhã, pode já não ser lida.
O seu carinho, amanhã, pode já não ser mais necessário.
O seu abraço, amanhã, pode já não encontrar outros braços...
Porque amanhã pode ser muito... muito tarde!
Não deixe para amanhã, dizer:
“Eu amo você!” - “Estou com saudades de você!”
“Perdoe-me!” - “Desculpe-me!”
“Esta flor é para você!” - “Você está tão bem!...”
Não deixe para amanhã
O seu sorriso, o seu abraço, o seu carinho,
O seu trabalho, o seu sonho, a sua ajuda...
Não deixe para amanhã, perguntar:
“Por que você está triste?” - “O que há com você?”
“Ei!...Venha cá, vamos conversar...” - “Cadê o seu sorriso?”
“Ainda tenho chance?...” - “Já percebeu que eu existo?”
“Por que não começamos de novo?”
“Estou com você.” - “Sabe que pode contar comigo?”
“Cadê os seus sonhos?” - “Onde está a sua garra?...”
Lembre-se:
Amanhã pode ser tarde...muito tarde!
Procure. Vá atrás! Insista!
Tente mais uma vez!
Só hoje é definitivo!
Amanhã pode ser tarde...
Donetzka Cercck Lavrak Alvarez
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
Você sabe tomar decisões? (Texto de autor desconhecido)
Um grupo de crianças está brincando próximo a duas vias férreas. Uma das vias ainda está em uso e a outra está desativada.
Apenas uma criança está brincando na via desativada, as outras estão na via em operação.
O trem está vindo e você está exatamente sobre aquele aparelho que pode mudar o trem de uma linha para outra.
Você pode fazer o trem mudar seu curso para a pista desativada e salvar a vida da maioria das crianças. Entretanto, isto significa que a solitária criança, que brinca na via desativada, será sacrificada.
- Você deixaria o trem seguir seu caminho?
- Você desviaria o trem para a linha desativada?
Você tem que tomar uma decisão! - O trem não parará esperando por você!
Provavelmente, a maioria das pessoas escolherá desviar o trem e sacrificar só uma criança. Você pode ter pensado da mesma forma.
Salvar a vida da maioria das crianças à custa de uma só criança é a decisão mais racional, que a maioria das pessoas tomaria, moralmente e emotivamente.
Mas, você pensou que a criança que escolheu brincar na via desativada foi a única que tomou a decisão correta de brincar num lugar seguro? Apesar disso, ela tem que ser sacrificada por causa de seus amigos ignorantes que escolheram brincar onde estava o perigo.
Além do mais, se a via tinha sido desativada, provavelmente não era segura. Se você desviou o trem para a esta via, colocou em risco a vida de todos os passageiros. E em sua tentativa de salvar algumas crianças sacrificando apenas uma, você pode acabar sacrificando centenas de pessoas.
Postei este texto para que possamos refletir sobre os dias de hoje, o futuro do Brasil está em nossas mãos, pensem a respeito.
Assinar:
Postagens (Atom)
Os políticos são o espelho da sociedade.
O nosso problema não está no fato de o país ser unitário ou federado, de ele ser república ou monarquia, de ele ser presidenciali...
-
Matéria da Folha de São Paulo, levada a público no Domingo, 09 de janeiro de 2011, traz a notícia afirmando que Dilma fez mudanças no gabine...
-
As declarações do deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ) causaram polêmica após a sua participação no quadro "O povo quer saber",...
-
Brasileiros, prestem atenção. E vejam como os políticos gostam de brincar com o dinheiro do povo. - Manchete do Estadão: “Kassab dá R$ 42...




