"Sou um humanista. Isso não significa ser bonzinho ou acreditar que o homem é bonzão. Significa apenas que aceito o homem como é - medroso, primário, invejoso, incapaz, acertando por acaso e errando por vaidade: meu irmão." - Millôr Fernandes
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segunda-feira, 14 de maio de 2012
Com a má fama das ONGs no Brasil, até o Greenpeace sofre ataques injustos
Tube bem que nos últimos nove anos apareceram ONGs com o claro objetivo de lesar os cofres públicos Brasil afora. Claro que existem ONGs internacionais que têm como foco a nossa querida Amazônia, ninguém é tolo de acreditar o contrário. Entretanto, não se deve e não se pode colocá-las no mesmo balaio em que estão ONGs e instituições sérias. É preciso que separemos o joio do trigo.
De uma hora para outra, a ONG Greenpeace passou a ser atacada por pessoas de todos os seguimentos da sociedade. Motivos os mais variados possíveis. Acusam-na de tudo, desde ingerência no governo até o absurdo de ser ela uma das sangue-sugas dos cofres públicos. Quem conhece a Greenpeace sabe muito bem que ela incomoda governos e empresas em todo o mundo. Obviamente o objetivo desta ONG é esse mesmo, o de incomodar, o de abrir os olhos dos mundo para as atrocidades que são cometidas contra o meio ambiente. Nunca ingerência, apenas protesto no intuído de alertar os povos do planeta. Quanto à verbas públicas, bem, isso é um completo absurdo. A ONG Greenpeace vive de doações e não de verbas públicas.
Existem muitas ONGs e instituições que carecem da nossa ajuda e não o contrário. Greenpeace e Médicos sem fronteira estão entre elas... não é criticando quem faz um trabalho decente que combateremos os desvios nos cofres públicos e muito menos deteremos os que querem nos tomar a Amazônia...
Em vez de atacar, entre nos sites destas organizações faça uma doação, você estará ajudando muito mais...
Alguns endereços confiáveis para doação:
Greenpeace
Médicos sem fronteira
Associação Pestalozzi
Casas André Luiz
AACD
Seja um doador, ajude a salvar pessoas e a salvar o nosso planeta...
sexta-feira, 22 de abril de 2011
22 de abril, dia internacional do Planeta Terra.
Para tentar abocanhar um naco das novas terras descobertas pelos espanhóis, Portugal, pequeno país do Oeste Europeu, reuniu um contingente de cerca de 1.500 homens a bordo de 13 embarcações, as chamadas Naus, e rumou para "mares nunca d´antes navegados". Estava à frente da expedição o homem que entraria para a história: Pedro Álvares Cabral. Deste desse dia 22 de abril até os dias de hoje já se vão 511 anos. Apesar de dilapidarmos as reservas naturais deste maravilhoso Mundo Novo e massacrarmos os nativos que aqui habitavam, a vida continua e ainda nos damos ao luxo de possuirmos uma das maiores reservas ambientais do planeta. Mas até quando?
Desde os anos 70, o IBAMA comemora o dia do Planeta Terra no dia 22 de abril, coincidindo com as comemorações do descobrimento do Brasil. Atuando de modo concomitante com ONGs o órgão brasileiro tem travado uma batalha inglória na busca pela preservação de nosso patrimônio. Segundo o mesmo órgão o país tem atingido seus objetivos no que tange à conscientização da população no que se refere à questão ambiental.
O planeta Terra tem, aproximadamente, cinco bilhões de anos, e muitas são as teorias a respeito de seu surgimento. Para ficar como atualmente a conhecemos, a Terra passou por eras glaciais, terremotos, maremotos e todo tipo de intemperismo, é, até meteoros caíram sobre a velha senhora. Antes parcamente habitada, a população humana hoje contabiliza mais ou menos seis bilhões de pessoas e este é o grande desafio que a humanidade terá de enfrentar nos próximos anos.
Entretanto, nós, terráqueos, não damos o valor que este incrível planeta merece. Uma prova disso é que Al Gore, então candidato à presidência dos Estados Unidos da América, foi derrotado por George W. Bush. Os dois são antagônicos. Enquanto Al Gore milita em favor do meio ambiente, Bush é refém da indústria pesada estadunidense. Um defende a preservação o outro a poluição, a “depredação”.
Todas as populações do mundo querem o padrão alcançado por americanos e europeus, mas não é possível, como resolver a questão? Não sei, este é um imbróglio que terá de ser resolvido, não se sabe quem cederá primeiro, os ricos ou os pobres, mas o mundo precisa chegar a um consenso.
Um futuro saudável para o planeta depende de todos. Os menores gestos podem fazer a diferença. Após tantas tragédias naturais começo a pensar que os “ecochatos” talvez estejam com a razão. A Terra precisa de respeito. Então comecemos a tratá-la com carinho, ela agradece.
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