Mostrando postagens com marcador brasil. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador brasil. Mostrar todas as postagens

domingo, 11 de dezembro de 2016

Os políticos são o espelho da sociedade.




      O nosso problema não está no fato de o país ser unitário ou federado, de ele ser república ou monarquia, de ele ser presidencialista ou parlamentarista. O nosso problema está no cerne da sociedade. Está em seus valores morais e éticos. Costumo dizer que os políticos são o espelho da sociedade, não há como fugir disso,

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Black Sabbath no Brasil, tudo de bom!



Este mês uma das maiores bandas de rock de todos os tempos está dando uma passadinha pelo Brasil. Claro, a banda em questão é o Black Sabbath. Para os que curtem Ozzy e Cia. é um prato cheio. Tá bom que eles estão velhinhos, o Ozzy já não tem o mesmo pulmão de quando jovem. De lá para cá se foram muitos anos, muita droga, bebidas e o diabo a quatro. Mas e daí, vale a pena vê-los no palco, mesmo que apenas gemendo. Afinal não é sempre que temos a oportunidade de vê-los reunidos. Então aproveitemos a chance para curtir grandes sucessos da banda e, ao vivo, na voz de Ozzy Osbourne. Intitulada de “The Reunion Tour” a turnê deve ser a última da banda, definitivamente. Num recente show na Argentina, Ozzy foi vaiado ao levantar uma bandeira do Peru e em seguida outra do Brasil, o cara está a mil ou não?! Segundo ele o rock não tem bandeiras, eu concordo com ele. Tocarão antigos sucessos e, óbvio, novas músicas de seu novo álbum. Ver os tiozinhos tocarem juntos novamente é tudo de bom!

Deixo aqui uma que, na minha concepção, é a melhor dos caras.

IRON MAN

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Brasil não assina tratado 'anticorrupção'



Em Genebra, País não assina entendimento que garante transparência nas compras governamentais. Esta é manchete mais utilizada nos jornais brasileiros. Países ricos assinaram nesta quinta-feira, 15, um tratado garantindo abertura de mercado de compras governamentais e estabelecimento de regras para garantir a transparência nos contratos. Este acordo é considerado um instrumento de combate à corrupção pela OMC. Entretanto, parece não ter agradado ao governo brasileiro. “Não era de interesse do Brasil”, palavras de Antonio Patriota, chanceler brasileiro. O argumento principal de Patriota foi o seguinte: O motivo, segundo ele, é a natureza do acordo, restrito a um grupo pequeno de países. O Brasil ainda insiste que antes de tudo quer abrir seu mercado de compras governamentais primeiro aos países latino-americanos.

Argumentação frágil. Todavia, os acordos devem ser assinados para serem cumpridos. Se não há a intenção de cumpri-los, por que assiná-los? Nesse ponto o governo brasileiro foi coerente, pois não consegue combater a corrupção com eficácia. A corrupção está arraigada em todos os setores, todas as camadas da sociedade brasileira. O que a torna muito difícil de combater. O Brasil é uma das nações mais corruptas do mundo. Infelizmente trata-se de uma constatação. No Brasil, o executivo, o legislativo, o judiciário e até o Ministério público, todos possuem algum grau de corrupção em suas esferas.

De que adianta um acordo desses se internamente as nossas leis são brandas, cheias de meandros que permitem a impunidade? Para que assinar um acordo de combate à corrupção se pode abrir nosso mercado aos corruptos latino-americanos? Este é o pensamento do governo brasileiro. Ao que tudo indica o governo já tomou a sua decisão, não moverá uma palha no combate à corrupção. Lamentável para os brasileiros de bem.

sexta-feira, 10 de junho de 2011

A novela chegou ao seu final: Cesare Battisti está livre.



O caso Cesare Battisti chegou ao seu desfecho final. Nada de surpreendente. Uma decisão, tomada pela Suprema Corte deste país, óbvia e lógica. Evidentemente esta decisão é conseqüência de outra anterior. Portanto, uma decisão acertada da Suprema Corte, pois, apesar de liberar a extradição de Battisti, ela deixou o destino do “ex-ativista” a cargo da presidência da República. Acertada, entretanto, o assunto merece uma análise um pouco mais detalhada.

Em outro post neste blog, eu afirmei que a decisão de Lula, então presidente, não poderia ser contestada. Por um simples motivo. Uma vez que a responsabilidade caíra em suas mãos, o próprio tratado Brasil/Itália lhe dava múltiplas possibilidades de interpretação. Há vários artigos com os quais ele poderia justificar a sua decisão. Dito e feito. Sabe-se também que o governo que estiver no poder sempre pautará suas decisões ideologicamente. Foi o que ocorreu, o governo brasileiro valeu-se da ideologia política, e considerou Battisti um “ex-ativista”, um perseguido político. Esta simples análise fez com que os militantes petistas mais exaltados pusessem o meu escalpo a prêmio. Natural, pois, nos dias de hoje, há um imenso patrulhamento. Mas se lessem o meu texto mais atentamente veriam que não se tratava de uma crítica e sim da exposição de um fato.

Do ponto de vista jurídico há “controvérsias”. Mas a Suprema corte não atropelou a constituição como dizem por aí, pelo menos nem tanto. Primeiro de tudo, nossa carta magna não admite certas penas e uma delas é justamente a prisão perpétua. Para se entender um pouco mais selecionei alguns itens da constituição:

A extradição está definida nos artigos 76 a 94 do Estatuto do Estrangeiro, e constitui uma faculdade do País concedê-la (“poderá ser”), como se depreende do art.76: “A extradição poderá ser concedida quando o governo requerente se fundamentar em tratado, ou quando prometer ao Brasil a reciprocidade”. Baseia-se, pois, em pedido de governo estrangeiro, fundamentado em tratado existente com o Brasil ou em compromisso de reciprocidade.

A legislação brasileira é taxativa quanto às situações em que a extradição não será concedida (art. 77):

I – se tratar de brasileiro, salvo se a aquisição dessa nacionalidade se verificar após o fato que motivar o pedido;

II – quando o fato que está à base do pedido não for crime no Brasil ou no Estado requerente;

III – nos casos em que o Brasil for competente, segundo suas leis, para julgar o crime imputado ao extraditando;

IV – se a pena imposta pela lei brasileira para o crime for igual ou inferior a um ano;

V – no caso em que o extraditando estiver respondendo processo ou já houver sido condenado ou absolvido no Brasil pelo mesmo fato em que se funda o pedido de extradição;

VI – quando estiver a extinta a punibilidade pela prescrição de acordo com a lei brasileira ou a do Estado requerente;

VII – se o for pedida com base em crime político; mas essa exceção não impedirá a extradição, quando o crime comum, conexo ao delito político, constituir o fato principal;

VIII – se o extraditando tiver que responder, no Estado requerente, perante um Tribunal ou Juízo de Exceção.

A apreciação do caráter da infração alegada pelo Estado requerente é de competência exclusiva do Supremo Tribunal Federal (Art. 77, parágrafo 2º).

Ao que parece o Supremo analisou os fatos e na primeira vez julgou que Battisti poderia ser extraditado, mas passou o bastão ao presidente Lula. Nesse detalhe eu penso que a Suprema corte foi mais política que técnica, pois criou uma jurisprudência “como nunca antes na história deste país”.

Quanto ao senhor Cesare Battisti, bem, na minha concepção trata-se de um canalha, um criminoso e em hipótese alguma esta figura deve ser chamada de ex-ativista. Como sempre defendi que os torturadores da ditadura deveriam ser punidos, defendo que os guerrilheiros que cometeram atrocidades em nome da revolução também devem ser punidos. Entretanto, a nossa constituição e a lei da anistia não permitem isso. Em princípio essas leis salvaram o pescoço de Cesare Battisti. Lembram-se de Guillermo Rigondeaux e Erislandy Lara, que abandonaram a seleção cubana antes mesmo de participarem dos Jogos Pan-Americanos no Rio, e foram deportados? Pois bem, eu gostaria que o Lula tivesse tido o mesmo ato solidário com eles. É uma questão ideológica ou não é?

domingo, 29 de maio de 2011

Ministro Orlando Silva acha que dinheiro dá em árvore e critica São Paulo.



Cada povo faz a sua escolha. Cada povo tem a sua prioridade. Pois bem, quanto aos brasileiros, parece que fizeram a sua escolha. Pelo menos no que tange à copa do mundo e às olimpíadas. Para uma nação pujante eventos como esses são uma bela oportunidade de mostrarem sua exuberância, destacarem as maravilhas do país e o grau de desenvolvimento atingido pelo povo anfitrião. O Canadá, a Austrália, a Alemanha, a Inglaterra e o Japão são candidatos em potencial. Agora, o Brasil tem outras prioridades, apesar de os brasileiros e o governo federal não compactuarem do mesmo pensamento. Para nós, brasileiros, realizar uma copa do mundo ou uma olimpíada é o mesmo que comer mortadela e arrotar Pata Negra, o famoso presunto cru espanhol.

As prioridades brasileiras são: Educação de qualidade em todos os níveis, erradicar o analfabetismo funcional; solucionar o grande problema do déficit habitacional, principalmente os sem-tetos e os favelados, estes merecem uma maior atenção; saneamento básico para todos, água e esgoto tratados são uma questão de saúde pública e qualidade de vida; transporte coletivo de qualidade, o nosso sistema de transporte coletivo é uma piada; Saúde pública que atenda a toda a população de maneira eficaz, o básico da saúde é um direito de todo cidadão; reforma agrária, a nossa reforma agrária foi inexplicavelmente interrompida; pavimentação em todas as cidades brasileiras; infraestrutura aeroportuária, este setor tem sido um entrave ao desenvolvimento brasileiro; ferrovias, rodovias e hidrovias de norte a sul do país, somente o estado de São Paulo possui rodovias decentes.

Entretanto, como citado antes, o povo e o governo federal não pensam assim. A prova disso foram as declarações do nosso “querido” ministro do esporte, Orlando Silva Júnior. O ministro participou neste sábado do Fórum Nacional do Esporte, em São Paulo, onde pediu para o estado “acordar”. E foi além em suas declarações: “A ausência de São Paulo na Copa das Confederações é um anúncio grave. É um sinal de que a cidade está aquém da demanda da FIFA. É lamentável. São Paulo tem que acordar e preparar um estádio”, declarou Orlando Silva Júnior. "O limite para São Paulo mostrar o que pretende em 2014 será julho, quando as autoridades da FIFA estarão por aqui. Até lá, a cidade precisa demonstrar que tem interesse em participar da Copa do Mundo", completou. O estádio que o Corinthians erguerá não ficará pronto para 2013. O clube informou em nota oficial que a obra no estádio começará na segunda-feira. Apesar do atraso na arena em Itaquera, Orlando Silva eximiu o Corinthians de responsabilidade. O ritmo lento não é culpa apenas do clube paulista, frisou o ministro. “A responsabilidade é das autoridades. É um erro achar que o Corinthians deve assumir essa responsabilidade”, disse.

Façamos uma contabilidade rapidinha. Dizem que o estádio custará aos cofres públicos algo em torne de R$ 1 bilhão. Coisa pouca, né? Tendo em vista o fato de que o Corinthians é uma entidade privada e, portanto, não pode receber verbas públicas. Porém, mesmo assim o BNDS lhe concederá R$ 400 milhões “via Odebrecht”. A prefeitura ficaria com uns R$ 240 milhões na forma de renúncias fiscais, mais uma lei criada para beneficiar a construção do estádio, lei criada em 2004, mas que atinge somente ao entorno do estádio, a região de Itaquera, “coincidência”. O restante não se sabe de onde virá, querem que o Alkimin dê a verba. Espertinhos, não? Construir estádio para clube de futebol com dinheiro público é ilegal, indecente e imoral! O senhor ministro fala com tanta altivez. Peço a ele que da próxima vez escolha um lugar melhor para fazer o seu discurso. Que tal um prédio ocupado por sem-tetos? Ministro discurse, mas olhando nos olhos das pessoas. Olhe nos olhos de quem não tem emprego e não possui um cantinho decente para abrigar os seus filhos. Brincar com o dinheiro do povo é fácil. O difícil é ser um governante de verdade, aquele governante que pensa no povo e não em seu ego. Senhor ministro desculpe-me, mas o senhor é um brincalhão, e os palhaços somos nós, o povo... Ministro Orlando Silva Júnior, São Paulo tem outras prioridades.

segunda-feira, 21 de março de 2011

Brasil abstém-se e acerta sobre a guerra civil na Líbia.

A diplomacia brasileira tem dado muitas cabeçadas ultimamente. Principalmente sob a gestão Lula. O Brasil primou por cometer erros absurdos. No tabuleiro internacional estivemos sempre do lado errado, acompanhados de figuras que não fazem por merecer deferência alguma. Ditadores, déspotas, tiranos e sanguinários; pode-se denominá-los com todos os adjetivos e substantivos que exemplificam bem a índole desses senhores, atualmente os seres mais vis da face da terra. Vis para as pessoas que respeitam os direitos humanos, pessoas que respeitam a vida.

Américas, África-subsaariana, Ásia e Oriente Médio; em todos os continentes citados o nosso apoio aos facínoras, era incondicional. Onde houvesse um déspota de plantão estávamos lá para bajular-lhe. O Brasil persegue uma cadeira permanente no conselho de segurança da ONO, mas sob a administração petista tornava-se cada vez mais distante de obter o tão almejado status. Kadafi, Fidel, Ahmadinejad e outros tantos espalhados em quatro continentes. Senhores que no passado até encontravam simpatizantes, mas agora só a esquerda xiita (radical) consegue ver em pessoas assim exemplos a serem seguidos.

Não creio que a intenção do governo brasileiro foi a de não tomar parte no teatro realizado no conselho de segurança da ONO. Tenho quase certeza de que os preceitos que levaram o Brasil a tomar a decisão correta tenham sido os mesmos que pautaram a administração anterior, o preceito básico de considerar todo e qualquer tirano um ícone da esquerda mundial. Um absurdo, pois sabemos que a grande maioria dos ditadores e regimes opressores são ultraconservadores. Mas a definição de esquerda, centro-esquerda, direita e centro-direita é um tanto confusa para a grande maioria das pessoas, haja vista que temos no Brasil quem considere o DEM e o PSDB partidos de direita, quando na verdade o DEM é de direita e o PSDB é de centro-esquerda. O mesmo se aplica ao PT, um partido que se tornou um grande emaranhado de doutrinas políticas, mas na verdade uma linha muito tênue o separa do PSDB. Em princípio há no Brasil dois partidos de centro-esquerda lutando pelo poder e, pasmem, auxiliados por dois partidos de direita; o DEM auxilia o PSDB e o PMDB auxilia o PT. Parece estranho, mas a verdade é essa, doa a que doer, e a verdade dói às vezes.

O Brasil acertou em cheio ao não participar desse jogo de cena. A alegação para intervenção foi que estaria ocorrendo um massacre de inocentes. Concordo, deve estar havendo massacres, mas de ambos os lados, é bom que se diga. A líbia está vivendo uma situação de guerra civil. Na guerra pelo poder, pessoas morrem e as mortes acontecem em ambos os lados. Se os principais interessados nessa intervenção estivessem preocupados com os inocentes, então teriam de intervir no Bahrain e no Yemem, melhor ainda, por que não intervieram em conflitos na África negra? Desculpem-me o termo racista, mas europeus e americanos se preocupam somente com um negro nesse mundo; o petróleo, o ouro negro. Na África-subsaariana há milhões sendo trucidados e morrendo sem razão, mas esse negro não tem valor comercial. Desculpem-me a franqueza.

A verdadeira razão pela qual decidiram atacar kadafi, todos sabemos qual é. Querem preservar o abastecimento de petróleo na Europa. Querem manter o preço do barril estável. O ser humano está em segundo plano nessa trama toda. Desta vez o Brasil está correto em não concordar. Todavia não devemos alimentar muitas esperanças em relação à queda de Kadafi, pois a liga árabe não está nada satisfeita com o desenrolar dessa novela. Os países muçulmanos temem que a onda de intromissões se alastre por todo o norte da África e vá bater às portas de nações mais ricas e poderosas, portanto o conflito pode acabar sem a tão esperada queda de Kadafi, o que querem os europeus é tão somente a garantia de abastecimento de combustível, preço aceitável e conforto para seus cidadãos.

Não faço defesa de ditador sanguinário, mas Kadfi está no poder até hoje porque sempre serviu aos interesses de americanos e europeus. Afinal de contas ele é um grande abastecedor de petróleo para a Europa. É o famoso me engana que eu gosto. Fazem isso com Kadafi e também com Hugo Chaves na América. Deixam que eles falem bobagens uma vez ou outra. Permitem que eles desrespeitem os direitos humanos, fecham os olhos e se fazem de moucos, desde que, os mesmos, continuem a lhes vender o tão sagrado ouro negro. O mundo é repleto de hipócritas e estamos em mais um momento de hipocrisia na história da humanidade.

Depois de tantas bizarrices cometidas por nossa diplomacia, agora houve um acerto, mesmo que a intenção não tenha sido nobre, pois apoiar Kadafi nunca será uma atitude nobre. Entretanto, sem querer, o Brasil escreveu certo por linhas tortas.

domingo, 20 de março de 2011

Num momento de nobreza, Dilma Rousseff foi gentil e elegante ao convidar seus antecessores para o almoço com Obama.

Desde que o PT assumiu o comando do país, no ano de 2003, não víamos ato tão nobre vindo de alguém da cúpula petista. Estou me referindo ao fato de a presidenta Dilma Rousseff ter convidado seus antecessores para participarem de um almoço realizado em 19/03. Almoço de suma importância para o Brasil, diplomaticamente falando. Para os americanos esse encontro pode não ser tão relevante assim, creio eu.

Segundo informações oficias somente Fernando Henrique Cardoso e Sarney aceitaram o convite. Durante oito anos o que se viu foi: Eu sou o “cara”, eu fiz isso, eu fiz aquilo, “como nunca antes na história deste país”, “este país recebeu uma herança maldita” e outras bobagens que não vale a pena mencionar. Mas com Dilma Rousseff a coisa parece ser diferente. Ela é mais discreta, comedida e com um simples ato demonstrou ser superior ao seu antecessor.

Com um simples convite Dilma saiu da mesmice petista. Ela por enquanto se coloca no patamar de um Suplicy ou de um Paulo Paim, homens que estão acima de seu partido. Antonio Palocci estava trilhando o mesmo caminho, mas num momento de desespero pôs tudo a perder no episódio do caseiro. Entretanto, a atual administração tem o DNA de Antonio Palocci. Ele, desde o começo, foi o membro mais equilibrado da equipe de Lula, e, sem sombra de dúvidas, o pilar que deu sustentabilidade ao governo passado. Palocci, juntamente com Suplicy, admitiu que Fernando Henrique Cardoso fora o responsável pelas reformas que deram respaldo ao crescimento brasileiro.

No atual momento político sou um opositor, já fui situação na era FHC, mas ser oposição não significa usar cabresto e criticar sempre. O debate político deve haver sempre. Todavia, o reconhecimento das virtudes de nossos adversários enriquece o processo democrático. Os políticos têm de pensar primeiramente no povo. Espero que a presidenta continue agindo dessa maneira. Presidenta surpreenda-me mais, o Brasil precisa de boas surpresas.

Os políticos são o espelho da sociedade.

      O nosso problema não está no fato de o país ser unitário ou federado, de ele ser república ou monarquia, de ele ser presidenciali...